quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Quando o G7 salvou a Amazônia | Opinião | EL PAÍS Brasil

Quando o G7 salvou a Amazônia | Opinião | EL PAÍS Brasil: Rejeitada por Bolsonaro como “esmola”, ajuda do grupo dos ricos no passado lançou as bases das políticas atuais para a floresta, que estão sendo desmontadas

Um comentário:

  1. Leitura equivocada ou desinformação. “Paris — Os Estados Unidos não concordaram com um pacote de ajuda de emergência de 20 milhões de dólares para ajudar a combater incêndios na Amazônia anunciado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, na cúpula do G7, disse nesta quarta-feira, 28, um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA (NSC). O presidente dos EUA, Donald Trump, não compareceu à sessão dos líderes sobre biodiversidade e clima na segunda-feira. Perguntado por que, Macron disse que o líder dos EUA tinha reuniões bilaterais para participar.” – Reuters 8 ago 2019, 17h02. O G7 apenas comunicou de forma diplomática ao presidente Trump que o Brasil esta dando aos EUA uma Amazônia que não lhe pertencia e que os verdadeiros donos estavam naquela sala. O Trump engoliu o sapo, calou-se, e continua calado até hoje. Tudo que pode fazer é ajudar ou dizer bravatas, mas não pode se apropriar da Amazônia sem que os outros seis países do G7 concorde. O Trump é um desinformado e estava querendo algo sem falar com os verdadeiros donos. A decisão final é a de que se insistir em comprar do falso dono a Amazônia será internacionalizada. Esta é a leitura real dos fatos e um retrato histórico da Amazônia. O Brasil tem o direito de uso, mas não o direito de posse. O Bolsonaro não foi avisado porque desconhece a geopolítica mundial. Um abraço!

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